Cursos

::: Curso de Cerâmica e Escultura

Ministrado por: Flávia Santoro

O curso inclui as técnicas de:
- Modelagem em cerâmica;
- Torno elétrico;
- Decoração na cerâmica;
- Esmaltes de alta e de cinzas para queima elétrica e a gás;
- Escultura em argila; Pátina em escultura;

::: Workshops - Rakú, de Queima de Sal, de Saggar, Esmaltes de Alta Temperatura
   de Cinzas e de Queima de Buraco;
- Cursos de fim de semana, para iniciantes ou avançados, à combinar conteúdo.

::: Raku


O Rakú consiste em uma técnica de queima do vidrado em que as peças são retiradas do forno ainda incandescentes, com uma pinça, e colocadas em um latão com serragem.

Cada peça sofre um choque térmico forte, causando craquelados e rachaduras no esmalte assim como no barro. O resultado são peças com efeitos peculiares, rústicos e belos.

A origem do Rakú é japonesa, datando de meados do século XVI. Naquela época ele estava diretamente ligado à cerimônia do chá: eram feitas taças e utensílios exclusivamente para esta cerimônia. Fazer Rakú, naquele tempo era um evento social.

Hoje o Rakú Contemporâneo sofreu adaptações e mudanças, e pouco tem a ver com a técnica original japonesa (onde a peça era retirada do forno e resfriada diretamente na água). Por exemplo, o Rakú já não se restringe mais à execução de peças utilitárias (para o chá), deixando o artista mais livre para desenvolver peças decorativas, escultórias, assim como criar peças peculiares e diversificadas, dentro da rapidez e espontaneidade que a técnica permite. Introduzimos também a técnica da redução na serragem, do esfumaçamento.

Mas apesar das mudanças, permanece inalterado o caráter festivo, alegre e ao mesmo tempo questionador do Rakú. Este caráter questionador e subversivo da técnica advém de sua época de origem, quando os artistas japoneses questionavam o artesanato perfeito, com vidrados lisos e imaculados da época. Os efeitos acidentais do processo da queima criam objetos “imperfeitos”, mas também rústicos, simples e belos. A graça e a beleza da queima Rakú, aliadas ao suspense e surpresa do fim da queima, iludem o telespectador desavisado, dando a impressão de que tudo simplesmente acontece... Não é bem assim, é necessário o domínio dos materiais e das técnicas para obtermos um bom resultado. Mesmo assim, sempre temos surpresas, uma peça nunca é igual à outra. Mas o que mais me apaixona no Rakú é justamente esta incapacidade de controlar tudo, é o efeito surpresa, o imprevisível, o impoderável.

Em meu atelier, procuro conciliar modernidade e tradição sem abrir mão da festa e do cerimonial do Rakú. A cada dois meses faço um Rakú com meus alunos. É uma grande festa, uma celebração da alegria e felicidade à saída de cada peça do forno, afinal, a palavra Rakú provém do ideograma chinês que engloba vários significados como:
profunda alegria, prazer, felicidade e simplicidade.























::: Curso de Queima a Sal

Ministrado por: Flávia Santoro













::: Curso de Queima de Buraco

Ministrado por: Flávia Santoro













::: Workshops de Flávia Santoro













::: Workshop de Esmaltes de Cinzas

Ministrado por: Léa Diegues (setembro de 2008)













::: Workshop de Torno e Queima a Sal

Ministrado por: Pietro Madalena, ceramista italiano (fevereiro de 2008)





::: Workshop de Peças Grandes e Queima de Papel

Ministrado por: Heloisa Alvim (agosto de 2007)







::: Workshop de Torno

Ministrado por: Leí Galvão (novembro de 2005)





::: Workshop de Técnicas Múltiplas

Ministrado por: Alberto Cidraes (outubro de 2005)





::: Workshop de Queimas Primitivas

Ministrado por: Inês Antonini (maio de 2002)




::: Alunos



























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